sábado, 19 de janeiro de 2013

Módulo 5 - Catequese e Psicologia das Idades


IDADE DE DOZE A TREZE ANOS
Características:


Consciência do Eu: O pré-adolescente dobra-se sobre seu próprio "eu".

Idade do egocentrismo: Desejo de conquistar a estima e o interesse dos outros; tem necessidade que os outros o conheçam para se conhecer a si mesmo. O pré-adolescente não quer ser mais criança, se aborrece intimamente quando é tratado como tal. Quer ser grande, ser adulto, ser independente.


Idade da oposição: Recusa aquilo que lhe for ordenado, que lhe foi confiado.


Insegurança: Ao mesmo tempo que quer independência, sente-se inseguro: Não quer ser criança, mas ainda não é aceito no mundo adulto.


Idade de vida profunda e secreta: O pré-adolescente vive o profundo e secreto no íntimo de sua personalidade que possibilita a maneira de interpretar o mundo. Vive no mundo dos sonhos , diários  íntimos nos quais ele procura a segurança que lhe falta.


Interpretações subjetivas: A interpretação do mundo para o pré-adolescente é essencialmente subjetiva baseada em fatores afetivos "de agora em diante ser verdade aquilo que os outros andarem  me contando" diria o pré-adolescente. Assim a inteligência do pré-adolescente  não é uma ideia abstrata, obsessiva, mas sim uma pessoa que vive esta ideia e que estima. Imita o herói. Quer decifrar mais do que problemas misteriosos em sua vida, no simbolismo das imagens. A razão lógica é ainda fraca. É preciso partir do concreto, mas há necessidade de "compreender", de chegar a uma ideia precisa.

Afetividade: Idade das grandes amizades e da busca da turminha onde se sente aceito e amado. No grupo o pré-adolescente sente uma necessidade de defesa contra a opressão dos adultos. O pré-adolescente necessita de amizade, deseja ser aceito e amado e de conhecer a si mesmo. Ele se dobra sobre si mesmo. Pode - se dizer o mesmo a respeito dos namoros dos pré-adolescentes (muito frequente, sobretudo nas meninas). Também a curiosidade ou problema sexual (que depois da tranquilidade sexual da infância adulta, explode violento na pré-adolescência) enquadra-se nesta indispensável descoberta de si mesmo.


ATITUDES DO CATEQUISTA:
O amor é o único caminho para atingir alguém em profundidade. A catequese deve dar oportunidade ao catequizando e meios para: construir-se a si mesmo, descobrir o sentido de sua vida, construir o mundo novo com Jesus Cristo. O catequista deve dialogar com os educandos e observar as suas reações, proporcionar descobertas ao invés de impô-las. Os encontros de catequese precisa oferecer meios para que ele possa engajar-se numa vida de comunhão com Deus e com os irmãos. Se o pré-adolescente não aceita imposição, autoritarismo, procuremos torná-lo sujeito ao crescimento da fé, descobrindo ele mesmo, "de dentro", os apelos de Alguém que o quer grande, o que quer pessoa, gente que o liberta. O catequista deverá conduzir o pré-adolescente a descobrir a verdade, o que é  certo. Usar exemplos de heróis verdadeiros, que lutaram por uma causa, pela humanidade, é uma boa ideia contar as histórias dos santos e deixar bem claro que não adoramos os santos mas sim devemos tê-los como exemplo de cristãos. Apresentar o Cristo como verdadeiro herói. O catequista deverá ser, aos olhos do catequizando, o Evangelho encarnado, seu modelo mais concreto. Abrir-lhe os olhos para o problema do mundo atual, tornando-se consciente de seu importante papel na construção do mundo novo. Incentivá-lo à leitura e interpretação bíblica, descobrindo aí uma dimensão de fé. O catequista deverá incentivar e orientar o pré-adolescente no aspecto comunitário da fé, fazendo-o sobretudo vivenciar este "ser Igreja" como nas turmas de amigos cristãos,onde se sintam aceitos, estimados, "alguém". A turma de pré-adolescentes deverá ser pequena. Dar trabalho em equipe. Nesta fase ele sente-se atraído pelo sexo oposto, porém se sente mais livre quando o grupo é do mesmo sexo. Só depois dos 15 anos que se sente mais liberdade ao sexo oposto. A educação cristã da fé deve atingir o homem todo, uma catequese verdadeiramente evangelizadora se preocupará também de dar uma resposta (não tanto moralista) ao problema das primeiras atrações sentimentais do pré-adolescente e, o catequista deverá ser aquele que compreende, que o trata como pessoa humana, que o ama e o aceita  como ele é.

Atividades: Trabalhos comunitários: O catequista pode levar os catequizandos a fazerem campanha para ajudar uma instituição social, ou a uma família carente;
Canto: O catequista pode trabalhar cantos nos encontros e até mesmo levá-los para participar do grupo de cantos da missa. Esta fase adora criar paródias. 
Confecção de cartazes, palavras cruzadas, análise de textos bíblicos, dramatizações, entrevistas, reflexão, trabalho em grupo, exploração de ideias, diálogo dirigido, oração individual, são mais ideias.

Aos Catequistas
Nos comentários, vejo muito catequista expondo suas opiniões, suas ideias, e também seus apelos. Percebo que quase toda comunidade existe o probleminha "família", sendo que na verdade deveria ser a solução, e não o problema. O problema maior é a falta de interesse dos pais com a Iniciação da vida Cristã dos filhos. Mas quanto catequistas, o que fazemos diante desse problema?
Como diz a frase: Pais ausentes, catequese carente (e completo), catequistas desanimados.
Sim, o que mais percebo é que aumenta cada vez mais os catequistas que desanimam, que abandonam a catequese por pouca coisa, e aí lhes pergunto: Quando foi fácil para Jesus? E quando Jesus disse que ia ser fácil? 
O que devemos fazer é ser insistentes, pedir sempre a luz de Deus para nos guiar. Se não tá legal assim, pensemos uma outra maneira para melhorar, e assim sucessivamente vai acontecendo a nossa caminhada na catequese.
A base da catequese é o catequista, logo depois vem a família que deve receber proximidade e ser sempre bem acolhida pelo catequista. Existem catequistas que só conhecem as famílias do catequizando na primeira reunião de pais, que geralmente demora 3 meses para acontecer. Nos primeiros encontros da catequese o catequista deve ter em mãos a ficha de inscrição do catequizando, e pelo menos usar seus dados para entrar em contato com a família pelo telefone ou até mesmo agendar uma visita, que seria o ideal.
As reuniões dos pais que deveriam ser na verdade "encontros", pois quando é uma reunião, é uma convocação. Trata-se da necessidade de resolver algum assunto. Se os pais precisam decidir algo ou precisam ser informados sobre o andamento da catequese, precisam estar lá. E para isso se faz ata e lista de presença.
Os “Encontros de pais”, precisam ser encarados como “formação” ou catequese mesmo! Ou seja, é preciso por no planejamento anual a catequese para os pais. Sente-se a necessidade de oração, espiritualidade, partilha, solidariedade na vida das famílias. Todos os problemas de comportamento, falta de assiduidade, desinteresse e a própria falta de vivência de Igreja, deve-se a falta de evangelização das famílias. Essa nossa catolicidade “herdada” já não funciona mais. Ser cristão não é fator genético.
Quanto a presença dos pais nas missas vou apresentar para vocês uma ideia que a catequista Fabiane/SP deixou nos comentários no módulo 4 de nossa formação. Veja o que ela disse: Aqui na minha comunidade ainda temos esse sério problema da baixa frequencia das crianças nas missas. Mas agora temos uma escala, cada mês três catequistas ficam responsáveis de preparar a liturgia e de "providenciar" as crianças para participar das leituras, ofertório, preces e comentários. Porque quanto mais envolvemos as crianças na missa mais teremos a participação dos pais também.
Boa ideia para nossa catequese este ano!
Amanhã será publicado uma postagem especial sobre a Campanha da Fraternidade, e voltamos com a nossa formação segunda - feira 21/01/2013.

21 comentários:

  1. Jonathan , A Fabiane/ SP tem toda a razão aqui na Paroquia também fazemos parecido e realmente e o dia que todos estão vindo a missa. Para este ano de 2013 iremos acrescentar uma outra coisa estamos preparando um convite para a criança aniversariante da semana , onde ela leva para casa convidando a todos da familia para no proximo domingo celebrarmos juntos do Dom da Vida daquela criança e logico será chamada a frente iremos cantar o tradicional Parabéns, não iremos atingir um grupo gde , mas iremos demonstrar para a criança e sua familia o carinho que temos com eles. Depois conto como vai ser. Silvânia Moura Paroquia Santos Anjos da Guarda BH MG

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    1. Silvênia, no espaço "comentários" do blog, é um espaço de formação também, por isso adoro receber a participação de vocês. A sua ideia de celebrar uma missa para o aniversariante é nota mil. Aqui nós enviamos pelo correio uma cartinha aos aniversariantes. Teve catequizandos que tinham saído da catequese e voltaram devido o entusiasmo com a cartinha.
      Vou copiar a sua ideia tá? rsrsrsrs.

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    2. Jonathan qual o seu e-mail para eu lhe mostrar o convite para a missa e depois vc pode colocar aqui como ideia para todos.Segue o meu samo@mouratour.com.br

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  2. JONATHAN VOLTANDO A FALAR DA PARTICIPAÇÃO DAS CRIANÇAS NA MISSA EM MINHA PARÓQUIA FOI ADOTADO UM CARTEIRINHA DE PRESENÇA MUITOS PAIS NÃO GOSTOU E TAMBEM ALGUNS CATEQUISTAS MAS OS CATEQUISTAS N TEM CORAGEM DE FALAR COM O PADRE. ESSE ANO VOU ASSUMIR A COORDENAÇÃO VOCÊ ACHA Q DEVO FALAR COM O PADRE SOBRE ISSO E TENTAR MUDAR? E GRADEÇO PELA SUA AJUDA NOSSA ESTÁ SENDO ÓTIMA AS FORMAÇÕES

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    1. Não sei quem escreveu por que não se identificou mas vou responder ao comentário.
      Vou te indicar uma postagem que minha amiga catequista Imaculada Cintra publicou sobre esse assunto. Toda a resposta que precisa está nessa postagem aqui: http://imaculadacintra.blogspot.com.br/2012/11/concordo-com-o-cartao-de-missa-desde.html
      Copie e cola no buscador da internet ok?
      Disponha.

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  3. Oi Jonathan, aqui na minha paróquia as crianças participam fazendo a procissão das oferendas, algumas tem vergonha. No ano passado convidávamos os pais para proclamar a Primeira leitura e Oração dos Fiéis, a maioria não gosta de ler em público, tem vergonha. Neste ano vamos continuar nesse esquema colocaremos as crianças para fazer a coleta também. Um ótimo domingo pra você, Jonathan! Celebraremos as Bodas de Caná! Fraterno abraço. Vera Lucia

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  4. Olha Jonathan aqui na minha capela esta super complicado, falta catequista que queira vestir de verdade essa camisa. Você já imagina o resto neh! As crianças dessa fase gostam de participar mesmo.Eu estou tendo aula de violão pra ver se anima mais as crianças!Acho que vai valer apena. A questão da presença na missa é muito difícil, falo pra eles que não somos obrigados mais sim temos um dever de ir á missa. Outro problema é encontro com os pais,são poucos que participam.Mais enfim vamos tentando acertar.Seu blog esta sendo ótimo pra que eu possa levar ideias novas pro pessoal. Abraços! Sueli Prates.

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  5. Boa noite!Este ano(2012)nossas missas com as criança foram muito poucas,esperamos que este ano as coisa melhorem e as missas voltem a acontecer normal. Aqui nós procuramos sempre fazer com que as crianças participem fazendo as leituras: as de 1ª Eucaristia, perseverança com as leituras e salmo, e iniciação com as preces; as da pré ficam na procissão de entrada levando alguns símbolos e tem dado certo.Quanto a participação dos pais , poucos acompanham seus filhos na missa, e muitos tem vindo sozinhos o que tem nos preocupado muito, os encontro com os pais muitos só aparecem na reunião da 1ª Eucaristia.

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  6. A paz de Cristo amigo. Minha turma de catequese é exatamente nesta fase de idades. realmente são um pouco difícil de se enturmarem, mas esse ano de 2012 iniciei com eles a 1ª etapa e agora em 2013 continuaremos na 2ª etapa, por enquanto estou feliz com a turma, pois pensei que muitos desistiriam na metade, mas não estão todos caminhando, alguns já se tornaram coroinhas, outros estão em alguma pastorais como vicentinos mirins, Infância e Adolecencia Missionária, iremos retornar das férias agora em fevereiro, estou confiante que todos voltem realmente, e partindo dessa formação já tenho muitas idéias para trabalhar em 2013 com essa turminha, tenho no total 30 catequizandos e graças a Deus, estou muito feliz com todos eles. Quando colocamos eles a servir de alguma forma durante as missas, eles se sentem úteis e inicía-se o gosto pelo trabalho da doação de si mesmo.
    um bom domingo para vc e sua família Jonathan, e até o próximo módulo. Que Deus o abençoe sempre!

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  7. Realmente o que tá faltando não é reunião com os pais e sim uma Catequese,uma boa evangelização com eles.Quem dera se na minha comunidade tivesse!Até as reuniões são raras...mas desistir jamais!E qto à Missa,aqui todo 2º Domingo de cd mês algumas Catequistas preparam a Liturgia com as crianças e tem a participação de um Coral com pré adolescentes que se chama PEDACINHO DO CÉU.Essa Formação é td que a gente estava precisando,abraços.

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  8. OLA BEM ACHO QUE EM TODA PARÓQUIAS HA A QUESTÃO DA FREQUENCIA NA MISSA,BEM NOS JA ESPERIMENTAMOS VARIAS FORMAS NOS ULTIMOS ANOS TRABALHAMOS COM ALBINHO E SO GANHAVA FIGURINHAS QUE FOSSEM A MISSA N DEU CERTO POIS ALGUNS PAIS LEVAVAM AS CRIANÇAS NO FIM DA MISSA SÓ PARA PEGAR AS FIGURINHAS,MUDAMOS OS CATEQUISTAS É QUEM TINHAM QUE DAR NO ANO PASSADO,TBM N FUNCIONOU EM MINHA TURMA MESMO ALGUMAS CRIANÇAS MENTIAM DIZENDO QUE FORAM NA MISSA E N IAM,FALAR COM OS PAIS FALEI E NADA MUDOU FIZEMOS AS CARTEINHAS QUE ASSINAVAM NA MISSA E NO FINAL O PADRE FEZ O SORTEIO DE 2 BIKE,AGORA ESSE ANO AINDA N COMEÇOU A CATEQUESE QUE DEVE COMEÇAR DEPOIS DO CARNAVAL VAMOS ADOTAR OS TRABALHINHOS QUE DEVERAO SER ENTREGUES DURANTE O OFERTÓRIO PELAS CRIANÇAS...BEM ESPERO QUE DE CERTO...N HA RECEITA TEMOS QUE N DESISTIR NUNCA...ANA SILVIA-BOCAINA

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  9. OI JONATHAN, POR AQUI NOSSAS CRIANÇAS PARTICIPAM DA LITURGIA MIRIM, TEMOS UMA CATEQUISTA RESPONSÁVEL POR ESSA PARTE. TEMOS TAMBÉM O MEJ ( MOVIMENTO EUCARISTICO JOVEM)ONDE AS CRIANÇAS ALEM DA PARTE RELIGIOSA QUE PARTICIPAM SÃO PREPARADAS PARA OS TEATRINHOS QUE ACONTECEM DURANTE O DECORRER DO ANO.QUANTO A PARTICIPAÇÃO DA MISSA ,VAMOS TRABALHAR EM CADA ETAPA SOBRE A MISSA PARTE A PARTE COM MAIS FERVOR, PARA TEREM UMA MELHOR PARTICIPAÇÃO.ABRAÇOS E UMA ÓTIMA E ABENÇOADA SEMANA.

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  10. olá muito bom este modulo,realmente vejo como é de suma importancia a vivencia entre catequistas e catequizandos,principalmente a intimidade nossa com jesus,vejo que em certos pontos ,deste modulo conseguimos vivenciar o que ele aborda.respeitando a psicologia das idades.e hoje posso dizer caminhando com os familiares é diferente.
    paz e luz anjo,Deus ti abençoe.

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  11. Nos devemos incentivar a participação de nossos catequizandos.Aqui agora temos aulas de violão e canto.Eles amaram os ensaios na preparação para a missa onde receberam a primeira Eucaristia.Então eles precisam de incentivo.

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  12. Na nossa comunidade exite a Missa das crianças, após a primeira Missa que no ano passado era as 8 da manhã, iniciava-se as 10:00 a Missa das Crianças. A catequese acontecia durante o horário da primeira missa e acabando a catequese as 9:30 seguia-se para a igreja com esses min para lancharem, correrem um pouco. E está fluindo muito bem. Esse ano é o mesmo planejamento mas com a alteração dos horários. Os pais tem acompanhado bem mais seus filhos dessa maneira.

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  13. O problema de falta de participação dos pais é muito frequente em nossa comunidade, assim como também a participação das crianças nas missas. Nós catequistas sempre estamos procurando envolver mais os catequizandos nas missas, fazendo entrada da bíblia, ajudando na acolhida, fazendo leituras, etc, mais mesmo assim ainda é muito difícil a participação de todos.

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  14. Na minha paróquia tentamos atrair o pais com um encontrão de pais e responsáveis e trazemos temas da atualidade para que eles possam partcipar mais da vida religiosa dos filhos, tem comparecido poucos pais, mas temos a perspectiva de mudar, o catequista que assumiu a função esse ano, está com a tarefa de atrair mais os pais. Já a participação na missa, a cada domingo temos uma escala com rodízio: a entrada feita pela turma escalada naquele domingo, leitura (feita pela turma do catequista escalado, cabe ao catequista escolher as crianças e ensaiá-los antes para lerem bem e o padre deixa ligar o microfone e empresta o lecionário para o ensaio), uma turma para fazer o ofertório e uma turma para rezar o pai nosso com o padre. Tem sido assim a bastante tempo e tem dado certo.

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  15. O problema da não participação dos pais e catequizandos nas missas e celebrações é uma realidade da grande maioria de nós. Aqui procuramos envolver as crianças, nas leituras, preces, ofertório, etc... Mas mesmo assim não são todos que participam!

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  16. Em minha comunidade também tentamos usar o carimbo na carteirinha de presença nas missas, não funcionou bem, porque perdiam e viviam pedindo 2ª via (como alguns costumavam falar). O ano passado, decidimos criar o cantinho da catequese, alguns bancos ficam separados para as crianças e os catequistas ficam junto, acompanhando e incentivando a presença delas, e muitos pais vem junto e sentem-se orgulhosos de seus filhos no cantinho da catequese. Só temos 2 missas durante todo o mês, fica complicado elas participarem, mas sempre que possível, elas participam do ofertório, porque as leituras são deixadas aos adultos. Temos um padre que eventualmente celebra conosco, que os chamam para o presbitério em alguns momentos na missa, valoriza a presença deles e nessas sim, eles participam ativamente e adoram.

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  17. A Paz de Cristo e o amor de Maria.

    A falta dos pais é uma questão séria. Mas acredito em mudanças, boas mudanças.

    Nós temos aqui na Capela de Santa Ana a equipe de liturgia da catequese. E uma vez por mês nossos catequizandos é fazem as leituras. Amam! Pois podem se sentir parte da Santa Missa. E esse ano estamos formando o "Arte para Cristo", onde estaremos com um grupo para encenações para Jesus. Estão super animados.
    É uma idade perfeita, pois debatemos com a Sagrada Escritura aberta. Amo estar com eles.

    Até mais.

    Monica Rosa

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  18. Boa tarde Jonathan, achei esta preciosidade de blog só hoje, parabéns!!!!

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Jonathan Cruz